sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Mais solitário que um paulistano...

cid:E3B2B018EB7F4BA4B3D8EE6C1700530C@br068688

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Cãominhada em São Paulo

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Golpe do supermercado

Revisão de Texto


R REVISÃO DE TEXTO ± CONSULTORIA ORIENTAÇÃO REDAÇÃO 


Aprendizagem Novo Acordo Ortográfico Currículo Lattes Vírgula Teoria Crase Ponto e Vírgula Técnica Foto Aspas C Ç ou SS Maiúscula Estilo Lousa Idioma Minúscula S ou Z Acento Cabeçalho Til Circunflexo Trema Redação EstilísticaCoesão Dois Pontos Coerência Objetividade Tese Singular Sinônimo Resenha Gramática Lei Dissertação Autor EscritaAcompanhamento Monografia Significado TGI Ensino Prolixidade Trabalho de Conclusão de Curso Ideia Norma TécnicaFigura Computador Tabela Número Preço Justo Fotografia Junto Arquivo Ensinar Texto Margem Formatação Nota de Rodapé Correção Separado Pronome Revisor Página Particípio Poema Graduando Pretérito Portugal Falso CognatoPaginação Compromisso Futuro Português Repetição Gerúndio Língua Organização Tradução Antônimo CortePreparação Arcaísmo Plural Cartão Verbo Signo Adjetivo Qualidade Brasil Norma Ortografia Escola Exemplo ChavãoProva Gramatical Síntese Criar Flexão Verbal Corretor Resumo Exame Parágrafo CNPq Oração Indicativo MetáforaEuropeu Frase Imagem Criação TCC Quadro Gênero Flexão Nominal Classe Palavra Tipo Copidesque Leitura CronogramaPoesia Redação Graduação Prosa Narrativa Universidade Descritiva Narração Espaço Lauda Descrição Consultoria Mais Que Perfeito Redator Paciência Sufixo Música Escritor Brasileiro ABNT Teatro Revisão CAPES Pesquisa AdjetivaçãoRedundância Infinitivo Gráfico Infixo Acervo Passado Subjuntivo Educação Resposta Presente Exatidão Estudante AulaImperfeito Acurácia Estrutura Método Imperativo Universitário Luso Reduzir Americano Artigo Empírico GerundismoSubstantivo Diagramação Professor Prazo Resumir Consenso Doutor Experiência Trabalho Proveito Titular LimpezaCuidado Detalhismo Mestre Profissional Vogal Hífen USP Garantia Questão Acerto Apoio Sabedoria Novo InternacionalAdequação Clareza Prefixo Orientação Dígrafo Melhorar Termo Gíria FAPESP X ou Ch Enredo Revista Expressão RigorSentença Linguagem Impressão Dicionário Ensino Investimento Vocabulário Livro Léxico Rapidez Fonema Aluno MECTempo Filologia Erro Consoante Propaganda Linguística Acentuação Tela Paragrafação Ordenação Detalhe RegularCartaz Sucesso Periódico Carta Pós-Graduação Igual Rascunho Etiqueta Versão Envelope Ofício Reprográfica ReescreverMemorando Relatório Cópia Digitação Reprografia Mensagem Irregular Antigo Sistema Rótulo Embalagem VocábuloSenso Publicidade Direito Neologismo Conhecimento X ou Z Bula Jargão Morfema Cultura Cartão de VisitaResultado Ò  Revisão de Texto


 joralimaTEXTO Jorge Alves de Lima  [bacharel e licenciado – USP]


joralima@usp.br
joralima@gmail.com
skype Ò joralima
MSNÒ joralima
twitter Ò joralima
blogue Ò http://joralimatexto.blogspot.com           
celular Ò (11) 9830 1678 [Vivo]
Filipenses 4:8

Pirilampo

Ontem vi um vagalume. Não me lembro da última vez que vi um bichinho desses. A verdade é que agora estou em um novo bairro (Butantã), com mais ares de natureza que o outro (Bela Vista, no centro da cidade). Foi uma visita fascinante: o bichinho voando para cá e para lá. No início, me assustei. Depois, apenas observei, maravilhado. E me lembrei que ando meio afastado da natureza. Outrora, eu e uma trupe sempre fazíamos alguma coisa tipo trilha ou caminhada em parques. Estou me lembrando de Sandra Maia e Rosângela, da Escola Fernão Dias Paes...

Lembrou-me minha mãe, tão entusiasta da vida selvagem, do verde, da liberdade dos pássaros. Minha mãe, que também era uma encantadora de abelhas.

Por fim, me fez lembrar de uma música linda, que foi tema de abertura de telenovela:

Pantanal
Marcus Viana



São como veias, serpentes
Os rios que trançam o coração do Brasil
Levando a água da vida
Do fundo da terra ao coração do Brasil
Gente que entende
E que fala a língua das plantas, dos bichos
Gente que sabe
O caminho das águas das terras, do céu
Velho mistério guardado no seio das matas sem fim
Tesouro perdido de nós
Distante do bem e do mal
Filho do Pantanal
Lendas de raças, cidades perdidas
Nas selvas do coração do Brasil
Contam os índios de deuses
Que descem do espaço no coração do Brasil
Redescobrindo as Américas quinhentos anos depois
Lutar com unhas e dentes
Pra termos direito a um depois
Vem de um milênio o resgate da vida do sonho do bem
A terra é tão verde e azul
Os filhos dos filhos dos filhos
Dos nossos filhos verão
Lendas de raças, cidades perdidas
Nas selvas do coração do Brasil
Contam os índios de deuses
Que descem do espaço no coração do Brasil
Redescobrindo as Américas quinhentos anos depois
Lutar com unhas e dentes
Pra termos direito a um depois
Vem de um milênio o resgate da vida do sonho do bem
A terra é tão verde e azul
Os filhos dos filhos dos filhos
Dos nossos filhos verão
O futuro é tão verde e azul
Os filhos dos filhos dos filhos
Dos nossos filhos verão

Fonte:

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Cinema de graça: O Segredo de Brokeback Mountain

"O Segredo de Brokeback Mountain" (foto), com Jake Gyllenhaal (esq.) e Heath Ledger (dir.), terá exibição gratuita na sexta-feira


O Segredo de Brokeback Mountain
O filme acompanha a história de dois caubóis que se
conhecem num trabalho, em Wyoming (EUA), em 1963, e
tentam esconder a paixão que sentem um pelo outro
numa sociedade conservadora. Do mesmo diretor de
"O Tigre e o Dragão". (Drama)


Nome original: Brokeback Mountain
Direção: Ang Lee
Com: Heath Ledger, Jake Gyllenhaal e Michelle Williams
Duração: 134 minutos
Classificação: 16 anos

Centro Cultural São Paulo

R. Vergueiro, 1.000 - Liberdade - Centro.
Telefone: 3397-4002.


Ingresso: Grátis.
QuandoMais informação
Sala Lima BarretoSala Lima Barreto
sexta (13/08/2010): 20h.Tem ar condicionado. Grátis. 
Tem acesso para deficiente. 
Tem local para comer. 
100 lugares.

Enciclopédia Prática: calorias

Acabei de receber de uma amiga uma definição que escapa dos dicionários:

cid:76B92F44-65B1-49F4-8C30-A3AF3916E042

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Banheiro

Mistério Feminino Revelado
Uma menina me mandou e eu acreditei neste relato verdadeiramente universal.

Sem delongas: o grande segredo de todas as mulheres com relação aos banheiros é que, quando pequenas, eram levadas ao banheiro pela mãe. A digna genitora ensinava a pequena mocinha a limpar o assento do vaso sanitário com papel higiênico e, cui-da-do-as-men-te, colocava tiras de papel no perímetro do vaso. Finalmente, instruía:

“Nunca, nunca sente-se em um banheiro público!”

E, em seguida, mostrava “A Posição”, que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa postura de sentar-se sem que, no entanto, o corpo entre em contato com o vaso.

“A Posição” é uma das primeiras lições de uma menina, superimportante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a nossa vida.

Quando você, mulher, TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Brad Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de “estou me mijando”.

Finalmente chega a sua vez.

Você, então, verifica cada cubículo por baixo da porta para ver se há pernas. Todos estão ocupados.

Depois de muita espera, uma porta se abre e você se lança em sua direção, quase puxando a pessoa que está saindo.

Você entra e já percebe que o trinco não funciona (nunca funciona) -- não importa… Você pendura a bolsa no gancho que há na porta e, se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área interna do cubículo: o chão está cheio de “líquidos” não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali. Então você pendura a bolsa no pescoço enquanto observa como ela balança -- sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas, claro.

Mas, voltando à porta…

Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, você abaixa a calcinha -- com um puxão -- e se coloca “na posição”.

Alívio… AAhhhhhh… Finalmente…

A sensação é boa até quando os seus músculos começam a tremer…

Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.

Você adoraria sentar-se, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça “jamais sente-se em um banheiro público!”. Assim, você mantém “a posição” com o tremor nas pernas…

Mas, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na sua própria bunda e molha até suas meias! Por sorte, não molha os sapatos. Compreensível, pois adotar “a posição” requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, mas, a p@$%a que o p&*@# do rolo está vazio! (sempre, sempre, sempre, sempre).

Então você pede aos céus para que, nos 5kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você hesita por um momento, mas não há opção…

E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita:

TEM GENTE!

Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abri-la novamente (nisso, nos respeitamos muito) e você pode procurar teu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas.

Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco -- já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar da porrada que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas…

A lembrança de sua mãe, que estaria morrendo de vergonha se te visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, afinal, francamente, “você não sabe que doenças você pode pegar ali”.

Em suma: você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!

Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Agora a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você, na posição de Corcunda de Notre Dame, para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água… O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.

Então você sai... livre!

Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, e te deixou com a bunda à mostra!

Nesse momento, você vê o seu carinha que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.
“Por que você demorou tanto?” -- pergunta o idiota. Você se limita a responder: “A fila estava enorme”. E sorri, quase histérica.

E esta é a razão porque nós as mulheres vamos ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a sua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter “A Posição” e a dignidade.