quarta-feira, 15 de setembro de 2010

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Golpe do supermercado

Revisão de Texto


R REVISÃO DE TEXTO ± CONSULTORIA ORIENTAÇÃO REDAÇÃO 


Aprendizagem Novo Acordo Ortográfico Currículo Lattes Vírgula Teoria Crase Ponto e Vírgula Técnica Foto Aspas C Ç ou SS Maiúscula Estilo Lousa Idioma Minúscula S ou Z Acento Cabeçalho Til Circunflexo Trema Redação EstilísticaCoesão Dois Pontos Coerência Objetividade Tese Singular Sinônimo Resenha Gramática Lei Dissertação Autor EscritaAcompanhamento Monografia Significado TGI Ensino Prolixidade Trabalho de Conclusão de Curso Ideia Norma TécnicaFigura Computador Tabela Número Preço Justo Fotografia Junto Arquivo Ensinar Texto Margem Formatação Nota de Rodapé Correção Separado Pronome Revisor Página Particípio Poema Graduando Pretérito Portugal Falso CognatoPaginação Compromisso Futuro Português Repetição Gerúndio Língua Organização Tradução Antônimo CortePreparação Arcaísmo Plural Cartão Verbo Signo Adjetivo Qualidade Brasil Norma Ortografia Escola Exemplo ChavãoProva Gramatical Síntese Criar Flexão Verbal Corretor Resumo Exame Parágrafo CNPq Oração Indicativo MetáforaEuropeu Frase Imagem Criação TCC Quadro Gênero Flexão Nominal Classe Palavra Tipo Copidesque Leitura CronogramaPoesia Redação Graduação Prosa Narrativa Universidade Descritiva Narração Espaço Lauda Descrição Consultoria Mais Que Perfeito Redator Paciência Sufixo Música Escritor Brasileiro ABNT Teatro Revisão CAPES Pesquisa AdjetivaçãoRedundância Infinitivo Gráfico Infixo Acervo Passado Subjuntivo Educação Resposta Presente Exatidão Estudante AulaImperfeito Acurácia Estrutura Método Imperativo Universitário Luso Reduzir Americano Artigo Empírico GerundismoSubstantivo Diagramação Professor Prazo Resumir Consenso Doutor Experiência Trabalho Proveito Titular LimpezaCuidado Detalhismo Mestre Profissional Vogal Hífen USP Garantia Questão Acerto Apoio Sabedoria Novo InternacionalAdequação Clareza Prefixo Orientação Dígrafo Melhorar Termo Gíria FAPESP X ou Ch Enredo Revista Expressão RigorSentença Linguagem Impressão Dicionário Ensino Investimento Vocabulário Livro Léxico Rapidez Fonema Aluno MECTempo Filologia Erro Consoante Propaganda Linguística Acentuação Tela Paragrafação Ordenação Detalhe RegularCartaz Sucesso Periódico Carta Pós-Graduação Igual Rascunho Etiqueta Versão Envelope Ofício Reprográfica ReescreverMemorando Relatório Cópia Digitação Reprografia Mensagem Irregular Antigo Sistema Rótulo Embalagem VocábuloSenso Publicidade Direito Neologismo Conhecimento X ou Z Bula Jargão Morfema Cultura Cartão de VisitaResultado Ò  Revisão de Texto


 joralimaTEXTO Jorge Alves de Lima  [bacharel e licenciado – USP]


joralima@usp.br
joralima@gmail.com
skype Ò joralima
MSNÒ joralima
twitter Ò joralima
blogue Ò http://joralimatexto.blogspot.com           
celular Ò (11) 9830 1678 [Vivo]
Filipenses 4:8

Pirilampo

Ontem vi um vagalume. Não me lembro da última vez que vi um bichinho desses. A verdade é que agora estou em um novo bairro (Butantã), com mais ares de natureza que o outro (Bela Vista, no centro da cidade). Foi uma visita fascinante: o bichinho voando para cá e para lá. No início, me assustei. Depois, apenas observei, maravilhado. E me lembrei que ando meio afastado da natureza. Outrora, eu e uma trupe sempre fazíamos alguma coisa tipo trilha ou caminhada em parques. Estou me lembrando de Sandra Maia e Rosângela, da Escola Fernão Dias Paes...

Lembrou-me minha mãe, tão entusiasta da vida selvagem, do verde, da liberdade dos pássaros. Minha mãe, que também era uma encantadora de abelhas.

Por fim, me fez lembrar de uma música linda, que foi tema de abertura de telenovela:

Pantanal
Marcus Viana



São como veias, serpentes
Os rios que trançam o coração do Brasil
Levando a água da vida
Do fundo da terra ao coração do Brasil
Gente que entende
E que fala a língua das plantas, dos bichos
Gente que sabe
O caminho das águas das terras, do céu
Velho mistério guardado no seio das matas sem fim
Tesouro perdido de nós
Distante do bem e do mal
Filho do Pantanal
Lendas de raças, cidades perdidas
Nas selvas do coração do Brasil
Contam os índios de deuses
Que descem do espaço no coração do Brasil
Redescobrindo as Américas quinhentos anos depois
Lutar com unhas e dentes
Pra termos direito a um depois
Vem de um milênio o resgate da vida do sonho do bem
A terra é tão verde e azul
Os filhos dos filhos dos filhos
Dos nossos filhos verão
Lendas de raças, cidades perdidas
Nas selvas do coração do Brasil
Contam os índios de deuses
Que descem do espaço no coração do Brasil
Redescobrindo as Américas quinhentos anos depois
Lutar com unhas e dentes
Pra termos direito a um depois
Vem de um milênio o resgate da vida do sonho do bem
A terra é tão verde e azul
Os filhos dos filhos dos filhos
Dos nossos filhos verão
O futuro é tão verde e azul
Os filhos dos filhos dos filhos
Dos nossos filhos verão

Fonte: